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  • fernandorusso9

Saiba o que é a Monkeypox, a varíola dos Macacos

A Monkeypox (MPX) é uma infecção viral zoonótica, causada pelo vírus de mesmo nome, que pode se espalhar de animais para humanos e entre pessoas. É uma doença comum em países da África Ocidental e Central, mas está causando preocupação mundial devido a surtos fora do continente africano, como aconteceu nos Estados Unidos da América em 2003.


Em maio de 2022, vários casos foram identificados em vários países livres de vírus, como o Brasil, e em 23 de julho de 2022 a Organização Mundial da Saúde declarou uma emergência de saúde global. Pesquisas estão sendo feitas para entender melhor a epidemiologia, as fontes de infecção e os padrões de transmissão.


Para evitar discriminação e ações contra os macacos, foi decidido que esta doença no Brasil não seria denominada de varíola dos macacos. Siga a leitura e veja um pouco mais sobre a doença!


Quais são os sintomas?


Os mais comuns incluem febre, dor de cabeça, mialgias, dores nas costas, astenia e linfadenopatia. Esta condição é seguida ou acompanhada por uma erupção cutânea que pode durar de duas a três semanas, com lesões que podem se espalhar para o rosto, palmas das mãos, saliva, olhos, boca, garganta, genitais e/ou genitais/ânus.


O número de erupções varia e progride de máculas (lesões de base plana) para pápulas (lesões dolorosas em relevo duro) para vesículas (preenchidas com líquido claro) para pústulas (preenchidas com pus), seguidas de crostas que secam e caem, com uma nova camada de pele se formando por baixo.


O período de duração desses sintomas é de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias. A fase de febre pode começar imediatamente após a infecção e durar até cinco dias. A próxima fase, a de erupções, começa 1 a 3 dias após o início da febre e dura de duas a quatro semanas. As pessoas permanecem contagiosas até que todas as lesões tenham cicatrizado.


Pode causar morte?


Os sintomas desaparecem por conta própria dentro de algumas semanas, na maioria dos casos. No entanto, para algumas pessoas, a infecção pode levar a complicações médicas e até a morte.


Bebês, crianças e pessoas com deficiência imunológica podem estar em maior risco. As complicações incluem confusão mental, infecções secundárias da pele, pneumonia e problemas oculares.


Como é feito o diagnóstico?


A detecção de DNA viral por reação em cadeia da polimerase (PCR) é o teste diagnóstico laboratorial mais recomendado. As melhores amostras para análise são retiradas diretamente da erupção cutânea - da pele, fluido ou crosta, ou uma biópsia.


É importante distinguir essa condição de outras doenças, como catapora, sarampo, infecções bacterianas da pele, sarna, sífilis, alergias a medicamentos ou outras condições semelhantes.


Quanto tempo dura o período de transmissão?


O vírus se espalha através do contato próximo com uma pessoa infectada, incluindo contato face a face, pele a pele, boca a boca ou boca a pele, incluindo contato sexual.


Eles são considerados infectados até que todas as feridas tenham criado crostas, as crostas tenham caído e uma nova camada de pele tenha se formado por baixo. O vírus também pode contaminar ambientes, como roupas de cama e toalhas, itens compartilhados e o meio ambiente. Outra pessoa que toca nessas coisas pode ser infectada.


Lesões, úlceras ou feridas na boca podem ser contagiosas, o que significa que o vírus pode se espalhar por contato direto com a boca, gotículas respiratórias e possivelmente aerossóis de curto alcance. Já existem estudos sobre possíveis mecanismos de transmissão pelo ar.


Embora tenha sido relatada infecção assintomática, não está claro se pessoas sem sintomas podem espalhar a doença ou se ela pode ser transmitida por outros fluidos corporais.


Pesquisas estão em andamento para determinar se as pessoas podem espalhar o vírus trocando líquido vaginal ou amniótico, leite materno, sangue ou sêmen durante e após a infecção sintomática.


Já existe vacina para a Monkeypox?


A boa notícia é que, sim! A vacina foi recentemente aprovada como medida preventiva, mas apenas populações em risco devem ser consideradas para a vacinação, que não é recomendada ser feita em massa, pelo menos não neste momento. Porém, esta vacina ainda não está disponível no Brasil, infelizmente.


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