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  • fernandorusso9

A diminuição do auxílio emergencial na pandemia: como isso afeta o trabalhador?

No ano de 2020, com a pandemia causada pelo novo Coronavírus, uma das medidas que o governo tomou para ajudar as famílias afetadas pela crise e manter a economia girando, foi o Auxílio Emergencial.


O Auxílio Emergencial é um suporte financeiro do governo federal destinado às pessoas que receberam Auxílio Emergencial e Auxílio Emergencial Extensão, e que atendiam aos critérios dos Programas em dezembro de 2020, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia da COVID-19.


No ano de 2020, a população recebeu no máximo 9 parcelas de auxílio, sendo as 5 primeiras de R$ 600 e as outras de R$ 300, dependendo do mês em que elas começaram a receber o benefício.


Esse auxílio concedido pelo governo ajudou muitas famílias, principalmente as que trabalhavam de forma autônoma ou eram donos de comércio que, com a quarentena, foram mais afetadas.

O auxílio emergencial foi uma boa solução a curto prazo, que fez com que a economia do país continuasse girando, além de aumentar consideravelmente a qualidade de vida das inúmeras famílias que vivem na linha da pobreza no Brasil.


No ano de 2021, o plano era que o auxílio emergencial continuasse em vigor, principalmente com a piora da pandemia e o Brasil se tornando o novo epicentro do vírus.


Porém, o Governo Federal mudou as regras do auxílio: ao invés de fornecer o valor cheio, de R$ 600, foi reduzido para parcelas que pagam de R$ 150 a R$ 375.


Vale ressaltar que, com a crise econômica, o preço de alimentos básicos teve um aumento astronômico. O arroz, por exemplo, aumentou mais de 57% na pandemia, o gás de cozinha teve uma alta de 2,3%, e está custando cerca de R$ 113 em alguns estados.


A diminuição do auxílio emergencial é um reflexo direto das consequências da pandemia do novo Coronavírus na vida dos brasileiros. O desemprego em alta, a inflação ficando pior a cada dia e a economia entrando em colapso, são outras características da crise.


Além disso, o atraso das vacinas e as unidades de saúde sobrecarregadas também contribuem para o cenário caótico que o País enfrenta no momento. Com mais de 370 mil mortes e mais de 14 milhões de casos, o Brasil está se tornando o novo epicentro da pandemia.


Se os colaboradores da sua empresa estão passando por dificuldades nessa pandemia, o setor de RH pode promover maneiras de ajudá-los. Quer saber como? Envie uma mensagem em nosso site. Vamos conversar!


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